A guerra é uma das maiores tragédias da humanidade, mas também pode transformar-se num negócio extraordinariamente rentável para determinados sectores. Enquanto soldados combatem, famílias perdem os seus entes queridos e cidades são destruídas, empresas ligadas à defesa recebem encomendas, governos aumentam orçamentos militares e determinados grupos económicos encontram novas oportunidades de negócio. Para uns, a guerra significa destruição; para outros, pode significar contratos. É precisamente aqui que começa uma pergunta incómoda: até que ponto os interesses económicos influenciam as decisões políticas que conduzem aos conflitos? Não existe evidência suficiente para…
Ler MaisDia: 26 de Setembro, 2026
Angola abre mais uma porta para o mundo
Angola e Tajiquistão deram um passo para aproximar os seus aparelhos diplomáticos com a assinatura de um acordo de isenção mútua de vistos para titulares de passaportes diplomáticos. O instrumento, assinado em Nova Iorque, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas, pretende facilitar a circulação dos representantes dos dois Estados e fortalecer os contactos institucionais. Na diplomacia, cada porta que se abre pode transformar-se numa ponte. À primeira vista, a medida pode parecer exclusivamente protocolar e destinada a um grupo restrito de cidadãos. Porém, os acordos de facilitação da…
Ler MaisLuís Nunes: “A confiança não se recupera com discursos”
A política vive de palavras, mas a confiança dos cidadãos constrói-se com resultados. A recente defesa de Luís Nunes, em Luanda, de mais trabalho, competência e respostas concretas aos problemas da população coloca uma questão essencial: o que esperam realmente os cidadãos de quem exerce responsabilidades políticas? As populações não avaliam apenas discursos, conferências ou promessas. Avaliam aquilo que sentem no dia-a-dia: o emprego que conseguem ou não conseguem, os serviços públicos que encontram, a segurança, a saúde, a educação, os transportes e as oportunidades para melhorar as suas vidas.…
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