Tenho sete desejos, simples na forma, mas profundos no significado, que gostaria de ver concretizados antes das eleições de 2027.
O primeiro é a reconciliação entre Abel Chivukuvuku e Adalberto da Costa Júnior. Angola precisa de pontes, não de divisões. O país ganha quando os seus líderes colocam o interesse nacional acima das diferenças pessoais.
O segundo é que os activistas da UNITA parem com os insultos dirigidos ao Presidente João Lourenço. A crítica deve existir, mas com respeito e elevação.
O terceiro é que o Presidente João Lourenço tenha a coragem de exonerar ministros corruptos e governadores arrogantes que abusam do poder, apropriando-se de terras e desalojando populações em várias províncias.
O quarto é que os membros da UNITA ponham fim à intolerância contra outros partidos, mesmo quando estes são vistos como aliados do MPLA. A democracia exige respeito, não hostilidade.
O quinto é que todos nós promovamos um verdadeiro espírito de irmandade. Angola precisa de união, não de ódio.
O sexto é que, nas próximas eleições, vença o melhor candidato — aquele que verdadeiramente sirva o povo angolano.
E o sétimo, o mais importante de todos: que o povo angolano tenha finalmente uma vida digna, com justiça, oportunidades e esperança no futuro.
Este post já foi lido 439 vezes.
