Adalberto Costa Júnior voltou a colocar o foco na urgência de uma resposta firme do Estado diante das inundações que atingiram Benguela, numa altura em que centenas de famílias enfrentam perdas e deslocações forçadas. O líder da oposição alertou para a gravidade da situação, agravada pelo rompimento do dique de protecção na margem esquerda do rio Cavaco, que expôs fragilidades estruturais e ampliou os danos em vários bairros da cidade.
Mais do que um simples apelo, a posição do dirigente sublinha a necessidade de uma intervenção concreta e imediata, afastando qualquer atitude de distanciamento institucional. Para o responsável político, o momento exige presença no terreno, coordenação eficaz dos serviços de protecção civil e uma mobilização rápida de meios capazes de responder à dimensão da crise.
Ao mesmo tempo, destacou que episódios como este não podem ser tratados apenas como fatalidades naturais, mas também como sinais claros da necessidade de reforçar a prevenção. A manutenção das infra-estruturas de contenção, o planeamento urbano e a antecipação de riscos surgem como elementos centrais para evitar que situações semelhantes voltem a repetir-se com igual impacto.
No seu posicionamento, defendeu ainda o reforço das operações de evacuação, a assistência contínua às populações afectadas e a criação de condições dignas de acolhimento para as famílias que perderam as suas casas. A resposta, segundo sublinhou, deve ser abrangente, organizada e orientada para devolver segurança e estabilidade às comunidades atingidas.
Por fim, expressou solidariedade para com os cidadãos afectados, reconhecendo o drama humano que se vive no terreno e apelando a uma actuação coordenada que vá além da emergência, permitindo reconstruir não apenas infra-estruturas, mas também a confiança e a dignidade das populações.
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