O sucesso de Angola é o sucesso de todos; o fracasso de Angola é a derrota de cada angolano. Alguns membros e políticos da UNITA comportam-se, infelizmente, como aquele jogador que está no banco dos suplentes mas que torce para que a sua equipa perca o jogo. Observa-se uma postura de crítica permanente, não para construir, mas para enfraquecer e apontar falhas de forma destrutiva. Esta atitude não beneficia Angola nem os angolanos; serve apenas aos interesses pessoais de quem deseja aparecer ou ganhar protagonismo à custa do país. Quem torce contra o próprio país enquanto observa do banco não merece liderar nem representar os cidadãos.
É importante sublinhar que não são todos os membros e políticos da UNITA que se comportam assim. Há quem exerça a oposição de forma responsável, com propostas construtivas e críticas fundamentadas, sempre com respeito pelo interesse nacional. Mas aqueles que se concentram em desejar o fracasso do MPLA e do Presidente João Lourenço demonstram uma visão curta e egoísta da política. Desejar o fracasso do país é a negação do patriotismo e da responsabilidade cívica.
Quando a oposição prefere a derrota do Executivo ao invés de trabalhar em alternativas, o que se coloca em jogo não é apenas a disputa política: é o futuro de todos os angolanos. A política não deve ser um campo de jogo para vinganças ou para alimentar ressentimentos. Angola é maior do que qualquer partido ou interesse pessoal. O patriotismo exige que se deseje o sucesso do país, mesmo quando se está na oposição.
O fracasso do MPLA não será apenas a derrota do partido no poder, será a derrota de Angola. Quando políticas ou acções são pensadas apenas para prejudicar a governação, quem sofre são os cidadãos comuns, aqueles que dependem de serviços públicos, oportunidades de emprego e estabilidade económica. Os políticos podem recuar, mudar de partido ou continuar no debate, mas o povo paga o preço. O fracasso da liderança não é pessoal, é colectivo e o povo sente primeiro.
Desejar que Angola falhe porque se deseja derrotar o MPLA é uma estratégia que ignora a essência da política responsável. O sucesso do país não deve ser condicionado por rivalidades partidárias ou pelo desejo de humilhar adversários. A construção de uma Angola forte passa por reconhecer que o êxito de um governo, mesmo de um partido adversário, contribui para o bem-estar da nação inteira. O sucesso do país deve ser prioridade sobre o sucesso individual ou partidário.
A verdadeira oposição construtiva reconhece que uma Angola próspera beneficia todos, independentemente de filiações políticas. Quem deseja o sucesso do país ganha legitimidade, respeito e apoio popular, enquanto quem torce pela derrota só evidencia má-fé e desinteresse pelo futuro colectivo. Angola não é propriedade de ninguém; é a equipa de todos os angolanos, e quem ignora isso ignora a sua própria responsabilidade enquanto político. O êxito de Angola é o êxito de todos, e o fracasso de Angola é a derrota de cada cidadão.
Portanto, a mensagem para aqueles membros e políticos da UNITA que adoptam esta postura é clara e directa: mudar de atitude é urgente. Angola precisa de uma oposição que critique, sugira e construa, e não que torça pelo fracasso. O país merece líderes que pensem primeiro no povo e depois no partido, que entendam que a política é servir e não apenas disputar poder. Quem deseja o fracasso do país não é patriota e não merece chegar ao poder.
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