O presidente venezuelano Nicolás Maduro foi detido por forças dos Estados Unidos e levado para custódia americana, onde deverá enfrentar acusações criminais nos Estados Unidos, confirmou o presidente Donald Trump nesta manhã. A operação militar de grande escala envolveu ataques aéreos contra alvos em Caracas e outras áreas da Venezuela, que resultaram em várias explosões ouvidas na capital e mobilização de tropas.
Trump anunciou nas redes sociais que as forças dos EUA realizaram um ataque noturno em grande escala, durante o qual Maduro e sua esposa Cilia Flores foram capturados e transportados para fora da Venezuela em aeronaves americanas. Segundo a Casa Branca, a ação foi feita em conjunto com agentes das forças policiais dos EUA e é parte de uma operação mais ampla de pressão contra o regime venezuelano.
O presidente norte-americano afirmou que a ofensiva militar foi autorizada para proteger e defender o pessoal dos EUA que executava o mandado de prisão contra Maduro, e que a ação provavelmente se enquadra nos poderes inerentes ao presidente sob o Artigo II da Constituição dos Estados Unidos para defender cidadãos e forças americanas de ataques iminentes ou reais.
De acordo com o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, Maduro enfrentará um processo penal nos tribunais norte-americanos, embora ainda não tenham sido divulgados detalhes sobre as acusações específicas nem sobre quando o julgamento ocorrerá.
O governo venezuelano reagiu com veemência, denunciando a operação como uma agressão militar e violação flagrante da soberania nacional, e exigiu que os Estados Unidos apresentem prova de vida do presidente e de sua esposa. Líderes internacionais, incluindo representantes de países aliados de Caracas, também condenaram a intervenção e pediram respeito ao direito internacional.
Militares e civis venezuelanos reportaram explosões em várias regiões, e a administração de Caracas declarou estado de emergência enquanto ainda se organizam informações sobre possíveis vítimas e impactos no país.
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