A classe de enfermagem voltou hoje a levantar a voz, apontando diversas preocupações que afetam o exercício da profissão e a qualidade da assistência prestada à população. Entre as principais reivindicações constam a escassez de equipamentos, a falta de material de proteção individual, a insuficiência de medicamentos adequados para o tratamento de pacientes, bem como a necessidade de progressões na carreira.
De acordo com os profissionais, estes entraves comprometem seriamente a eficácia dos serviços de saúde e só poderão ser superados com a adoção de medidas que garantam melhores condições laborais e maior valorização da classe.
Em resposta, o ministro da Saúde, Ussene Isse, assegurou que o Executivo está empenhado em resolver gradualmente os desafios que afetam os mais de 75 mil trabalhadores do sector, dos quais mais de 22 mil são enfermeiros.
O governante apelou ainda ao engajamento conjunto para a construção de um sistema de saúde mais resiliente e eficiente, alertando para a necessidade de abandonar práticas que descredibilizam a profissão, como o desvio de medicamentos e o mau atendimento aos utentes.
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