Malundo Kudiqueba
Explodiu a guerra entre a Casa Branca e Hollywood. Hunter Biden, o controverso filho do ex-presidente Joe Biden, atirou a matar contra George Clooney, acusando-o de liderar um “golpe político” para expulsar o pai da corrida presidencial de 2024 e colocar Kamala Harris no comando.
Tudo começou quando Clooney publicou no New York Times um artigo pedindo a renúncia de Biden, alegando que o presidente estava demasiado velho e frágil para enfrentar mais quatro anos de mandato. O texto caiu como uma bomba em Washington — mas para Hunter, foi mais do que uma opinião: foi uma punhalada nas costas.
Numa entrevista carregada de palavrões, Hunter disparou: “F***-se ele e todos à volta dele!” E foi mais longe: “George Clooney não é um ator, é uma marca. Uma marca vendida ao poder.” Para Hunter, o ator não agiu sozinho. Acredita que o círculo próximo de Barack Obama deu “o sinal verde” para que Clooney e outros nomes influentes pressionassem Biden a desistir.
As acusações são pesadas: Hunter fala em conspiração, em maquinações de bastidores e numa “máfia política” que controla o Partido Democrata. O filho do ex-presidente pinta Clooney como o rosto público de um plano arquitetado em segredo, envolvendo jornalistas, ex-estrategas políticos e figuras mediáticas.
A reação em Hollywood foi imediata. Alguns defendem Clooney, dizendo que ele apenas exerceu o seu direito de opinião. Outros sussurram que Hunter pode ter razão e que, nos corredores do poder, há conversas que nunca chegam aos jornais.
Enquanto isso, Kamala Harris mantém silêncio absoluto. Para Hunter, isso é mais uma prova de que ela é a beneficiária direta do que considera “o maior ato de traição interna na história recente da política americana”.
Washington está em chamas. Hollywood está dividida. E Hunter Biden, com o microfone aberto e a raiva no olhar, promete não parar até expor todos os envolvidos.
Birmingham, 14 de agosto de 2024.
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