O ex-primeiro-ministro britânico Boris Johnson saudou o novo acordo entre os Estados Unidos e o Ruanda, que prevê a deportação de centenas de migrantes ilegais para o país africano. A medida, inspirada no controverso modelo britânico promovido durante o seu mandato, visa travar a imigração ilegal através de transferências pagas.
Segundo fontes oficiais, Washington já enviou uma lista inicial de dez pessoas para serem analisadas pelas autoridades ruandesas, no âmbito do plano liderado por Donald Trump para reforçar o controlo fronteiriço.
O acordo estabelece que o Ruanda aceitará até 250 migrantes em troca de compensações financeiras, seguindo uma lógica semelhante à do pacto firmado pelo Reino Unido com Kigali, que gerou críticas de organizações de direitos humanos e instâncias internacionais.
Boris Johnson, que sempre defendeu medidas firmes contra a imigração irregular, elogiou a iniciativa norte-americana como “um passo pragmático e corajoso”, reforçando a ideia de que “as democracias ocidentais devem ter o direito de proteger as suas fronteiras”.
Apesar das críticas, o Ruanda volta a posicionar-se como parceiro estratégico para países que procuram soluções alternativas no combate à imigração ilegal.
Fonte: Dailymail.
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