Abel Chivukuvuku é o político mais verdadeiro de Angola

Abel chivukuvuku

Malundo Kudiqueba

Esta afirmação, dita sem rodeios, é uma pedrada no charco de uma oposição fragmentada, onde os líderes medem palavras com medo de ofender aliados de ocasião. Chivukuvuku não é feito da mesma matéria. É um político de causas, não de conveniências. E num país como Angola, onde a verdade costuma ser punida e a ambiguidade recompensada, isso é, no mínimo, revolucionário.

Angola precisa de uma nova cultura política, onde o povo deixe de ser massa de manobra e passe a ser protagonista da sua própria história.Abel Chivukuvuku não é perfeito — e nem se apresenta como tal. Já errou, já foi criticado, já enfrentou tempestades. Mas é precisamente essa humanidade que o torna diferente num universo político onde muitos parecem personagens fabricados por agências de marketing. Chivukuvuku tem rosto, tem voz, tem memória — e carrega consigo a esperança de um país cansado de promessas por cumprir.

Enquanto outros cultivam o culto à personalidade e escondem incompetência com propaganda, ele aposta na construção de um projecto colectivo, onde as ideias contam mais do que os slogans, e a integridade vale mais do que a popularidade momentânea. É esse compromisso com a verdade — por mais incômoda que seja — que o distingue num mar de conveniências.

Num tempo em que dizer a verdade é um acto quase subversivo, Chivukuvuku não apenas fala — ele arrisca. Arrisca o conforto político, o apoio institucional, até mesmo o silêncio cúmplice que garantiria uma carreira mais tranquila. Mas prefere a honestidade ao conluio, a firmeza à bajulação.

E é por isso que, gostem ou não dele, ninguém pode negar: Abel Chivukuvuku é o político mais verdadeiro de Angola.

Enquanto uns se escondem atrás de discursos calculistas e alianças frágeis, Chivukuvuku arrisca. E é por isso que incomoda. A verdade, quando repetida com coragem, torna-se insuportável para quem construiu o poder sobre o medo, a mentira e o silêncio.

Não é surpresa que surjam acusações, insinuações e tentativas de o reduzir a “traidor” ou “ingrato”. Mas essas palavras dizem mais sobre quem as profere do que sobre o alvo. Porque quem fala a verdade não devia ser castigado — devia ser escutado.

Manchester, 25 de Maio de 2025.

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