Ele era o novo director. Chegou com a fama de ser duro, exigente… e perigosamente charmoso.
Ela era a assistente mais competente do andar — e a mais observada. Mas não por todos. Só por ele.Os olhares cruzaram-se desde o primeiro dia. E desde então, cada reunião era um ensaio de tentações mal contidas.
Numa sexta-feira, quase às oito da noite, o escritório estava praticamente vazio.
Ela entrou na sala dele com uma pasta na mão e intenções nos olhos.
— “Disseram que precisava de ajuda para fechar o relatório.”
— “Preciso de ajuda… para manter a cabeça no sítio com esse vestido que estás a usar.”
Ela fechou a porta. Trancou-a. E largou a pasta em cima da mesa como quem larga o protocolo.
— “Sabe que pode perder o emprego por assediar a secretária?”
— “E tu sabes que podes perder o juízo por provocares o teu chefe assim.”
Ele aproximou-se por trás. Tocou-lhe a cintura. Beijou-lhe o pescoço.
Ela inclinou-se ligeiramente, oferecendo a pele como convite.
O blazer caiu ao chão. A camisa seguiu.
As mãos dele exploravam o corpo dela com precisão cirúrgica — sabiam onde ir, como tocar, quando apertar.
Ela virou-se. Sentou-se na mesa. Abriu as pernas devagar, sem dizer uma palavra.
Ele ajoelhou-se. A saia subiu. A lingerie preta estava ali apenas para ser rasgada.
E foi.
A língua dele mergulhou fundo. Ela gemeu, cravando as unhas na mesa.
O prazer subia em espirais.
Ela agarrou-lhe os cabelos. Puxou-o com força.
Ele levantou-se, despiu-se sem cerimónia, e entrou nela com uma firmeza que a fez gritar.
Não houve romantismo — houve tesão cru, suado, bruto.
Ela pediu mais. Ele deu.
A mesa tremia. As folhas caíam. Os gemidos enchiam a sala como uma música proibida.
No fim, ela ajeitou o cabelo, apanhou a pasta do chão, sorriu com malícia e disse:
— “Relatório entregue, chefe.”
— “Acho que vais ter de fazer horas extra… todos os dias.”
Fonte: Fama & Poder
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