Mais vale um inimigo declarado do que um falso amigo. O inimigo declarado, pelo menos, tem a decência de ser honesto. Sabes com quem estás a lidar. Já o falso amigo… é um mestre na arte da encenação.
Quando alguém te diz, sem rodeios: “não gosto de ti”, agradece. Ao menos não vais perder tempo a tentar decifrar códigos ou sinais contraditórios. É liberdade disfarçada de rejeição.
Em primeiro lugar, gostar de ti não é uma obrigação no currículo de ninguém. E em segundo, tu não nasceste para ser o herói da história de toda a gente. Há quem prefira vilões, e tu não tens nada a ver com isso.
Nem Jesus Cristo agradou a todos. Fez milagres, ressuscitou mortos, multiplicou pães e peixes… e no final, o que é que lhe deram? Uma coroa de espinhos e uma cruz. Se nem Ele, que só fez o bem, escapou da maledicência, não penses tu que vais ganhar um passe livre por seres “boa pessoa”.
Querer agradar a todos é como tentar abraçar o vento: escapa-te sempre das mãos. E enquanto te perdes a tentar ser perfeito para o mundo, esqueces-te de ser verdadeiro para ti.
Aceita que haverá sempre quem não goste de ti, mesmo sem razão. E não gastes energia a tentar mudar isso. Foca-te nos que te respeitam, nos que te aceitam como és, sem jogos nem máscaras.
Porque quem se afasta quando deixas de ser útil, nunca foi amigo. E quem te critica nas costas, tem medo de te enfrentar de frente.
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